Comerciantes do entorno da Praça do Rosário estão preocupados com a quantidade de viciados no local

Comerciantes, moradores e pedestres, estão assustados com a quantidade de jovens, homens e mulheres que se aglomeram na Praça do Rosário em Caruaru para consumir drogas. De acordo com informações desses comerciantes que preferem não se identificar, por medo, eles bebem, fumam e consomem drogas. Outra situação complicada é no entorno da igreja que é utilizada como banheiro, seja dia ou noite. “Tenho medo de cruzar a praça e ser assaltado ou xingado por eles, apesar do problema que enfrentam que é o vício, o poder público fecha os olhos” disse um comerciante. Situação complicada também para quem frequenta a igreja, pois o mau cheiro é insuportável e por isso muitos fies estão deixando de comparecer as missas. Muitos dos drogados estão acompanhados por mulheres e também crianças, no local vivem em situação sub-humana sem tomar banho, se alimentar, dormir, e causam desconfiança em quem passa pelo local.

 

Nota da Prefeitura

 

A Prefeitura de Caruaru, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos informa que as pessoas que vivem na Praça do Rosário foram abordadas diversas vezes pelas nossas equipes sociais e atendidas pelos serviços de Acolhimento Social, que oferece local para dormir, e pelo Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua de Caruaru, mais conhecido como Centro Pop, que funciona durante o dia, fornecendo três refeições diárias, além de banho e local para os usuários lavarem roupas.

Apesar das abordagens, essas pessoas preferem permanecer na praça, mesmo sabendo que o serviço também faz o acolhimento institucional para aqueles que precisam de um atendimento específico, que geralmente vêm de outras cidades e estados e estão sem referência, nem documentação. Em casos como esses, o usuário é encaminhado para a rede de proteção, onde pode ser feita a localização de parentes, emissão de documentos, entre outros, na tentativa de se promover o resgate da dignidade e cidadania.

A Secretaria esclarece que os usuários são convidados a aceitar os serviços de acolhimento social por livre e espontânea vontade, e que não é da competência do órgão retirar as pessoas à força das ruas.

 

 

 

 

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